terça-feira, 4 de março de 2014

Preguiç...

Às vezes uma preguiça mortal se apodera de mim. O tédio engole qualquer desejo mais saidinho. O nada desabrocha-se e espraia dappertutto. Se houvesse um mar à mão (ou ao pé) iria com prazer ( e preguiçosamente) ver as ondas quebrarem na praia. O vai e vem talvez me fizesse cochilar. Mas não há mar por aqui. Há só tédio e preguiça alastrando por minha cabeça, tomando meu corpo numa valsa sem música.

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