Nick Cave tem rodado também. The Kinks, dois álbuns: Face
to Face (1966) e The Kinks Are the Village Green
Preservation Society (1968). Clássicos. Blondie, principalmente o primeiro. Sound & Color, do Albama
Shake é outro disco alvissareiro. No mais, músicas italianas e francesas. De
brasileiro, adorei o Nação
Zumbi, da Nação Zumbi. Achei o melhor trabalho deles (sem contar o Chico
Science, né?). E é isso aí.
Dornaveia
sexta-feira, 1 de maio de 2015
De la musique
Ando escutando sem parar o novo do Blur, The Magic Whip. Grande surpresa, o disco é sensacional, todo ele. Desde já, um dos melhores do ano.
sábado, 28 de março de 2015
A pergunta quando descobri a obra do cantor italiano Piero Ciampi neste ano foi: por que diabos eu nunca soube desse cara? Um autêntico maledetto, embrenhado em álcool, poesia, solidão e problemas, muitos problemas. Pode cantar uma melodia que Roberto Carlos assinaria, mas com uma qualidade de letras em forma de crônica dos derrotados , sei lá, de um Leonard Cohen, de um Adoniran Barbosa. Sua voz pode ser romântica, mas adoro quando traz uma ironia sorrindo em pura dor. Pena que morreu cedo, com 46 anos, com câncer na garganta, em 1980. Na música italiana, vejo um parentesco com o Paolo Conti. No disco Piero Ciampi, de 1971, há obras primas en sequence. Tudo quase triste, mas há aquele riso e há o vinho. E, como ele cantou em Il natale è il 24, falando de idas ao bordel:
Sento,
quelle volte che non pago,
che rimane pure amore
per un'ora.
Sento,
quelle volte che non pago,
che rimane pure amore
per un'ora.
(Sinto, naquelas vezes em que não pago, que fica mesmo amor por uma hora).
E la vita va così...
E la vita va così...
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Futuro inesperado
ANGÚSTIA
Quando
Some o chão
à revelia
Se dissipa a
alegria
E o silêncio
asfixia
Eis que
Se emprenha
(torpemente)
a poesia.
sábado, 20 de setembro de 2014
O tempo. E o minimalismo.
"Peço-te o prazer legítimo e o movimento preciso Tempo, tempo, tempo tempo".
Então é assim, férias se aproximando, carro batido, vontades mil. Sem mais.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Ando bocejando a torto e a direito.
Coisa que gosto bem é dormir. Apagar. Acordar no fim da manhã. Talvez seja porque eu não durma tanto. Durmo entre meia-noite e 1 e meia. Acordo, depende, entre seis e meia (quando levo os meninos na escola, ou seja, quase todos os dias) e nove horas, já que tenho que ler jornais, estudar, lavar louças nos dias que a empregada não trabalha (terça e quinta, mais precisamente). Geralmente não tenho problemas pra pegar no sono. Ainda mais quando leio um livro mais chatinho e me pego piscando e relendo várias vezes o mesmo parágrafo até perceber que não tenho nenhuma condição de ler coisa alguma. Contradição é que também gosto da sensação de levantar cedo e "aproveitar" o dia. Vai contra meu relógio natural notívago, bem verdade. Mas c'est la vie. Pena que não posso romper noites afora sob o estado da doce embriaguez. C'est la vie...
domingo, 10 de agosto de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
Chuvinha chata
Chove e eu me sinto só, chove e eu me sinto tédio, chove e eu queria não estar, principalmente em um plantão, chove e eu queria sexo, chove e eu queria videogame, chove e eu queria cama, chove e eu queria mais, chove e eu queria praia, chove e eu queria sol, chove e eu queria grito, chove e eu queria paz.
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